Calendário astronômico: Os eventos celestes imperdíveis de 2018

O ano terá um eclipse solar e um eclipse lunar visíveis aqui no Brasil, além de várias chuvas de meteoros. Saiba como observar

O ano já começou com um espetáculo celeste especial: uma superlua (evento que ocorre quando a Lua está no ponto de sua trajetória mais próximo da Terra e parece bem maior e mais brilhante do que o normal) apareceu no céu de todo o Brasil na noite de 1º de janeiro. Infelizmente, esse foi o único fenômeno do tipo que teremos em 2018. Mas, além dele, outros eventos astronômicos observáveis são esperados até o fim do ano, incluindo eclipses solares e lunares e chuvas de meteoros.

Confira os principais espetáculos celestes de 2018 e como observá-los:

 

Confira os principais espetáculos celestes de 2018 e como observá-los:

1. Eclipses

<p style="text-align:justify;">O primeiro eclipse do ano observável aqui no Brasil está previsto para 15 de fevereiro e deve ser visível em algumas cidades do sul do país, segundo estimativas do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele será um eclipse parcial do Sol (quando o astro fica parcialmente encoberto pela sombra da Lua, formando uma meia lua luminosa no céu), que também poderá ser visto na Antártica e no resto da América do Sul, especialmente no Chile e na Argentina. Outros fenômenos desse tipo devem ocorrer em 13 de julho, observável apenas na Austrália e em parte da Antártica, e em 11 de agosto, visível no extremo norte do Canadá e da Rússia, na Escandinávia e no oeste da China.</p><p style="text-align:justify;">Dos eclipses lunares, o destaque é para o eclipse parcial da Lua (quando o satélite fica apenas parcialmente encoberto pela sombra da Terra) que está previsto para 27 de julho e poderá ser visto em todo o território nacional. Em outras partes do globo, como África, Ásia e sul da Europa, o fenômeno será total. Outro eclipse lunar também está previsto para 31 de janeiro na Oceania, América do Norte, Rússia e China, mas não poderá ser visto no Brasil.</p><p style="text-align:justify;">Para acompanhar esses fenômenos, é importante atentar para as recomendações dos astrônomos. Eclipses lunares podem ser observados a olho nu – porém, eclipses solares precisam de uma proteção especial. Caso contrário, podem comprometer a visão do observador. As opções são importar um filtro astronômico (que não é comercializado no Brasil) ou comprar uma máscara de solda de tonalidade 14. Óculos, binóculos ou telescópios comuns não devem ser utilizados com essa finalidade, pois são instrumentos que concentram os raios solares e podem causar prejuízos sérios à visão. Também não se devem utilizar chapas de raios-X ou filmes fotográficos como proteção.</p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro eclipse do ano observável aqui no Brasil está previsto para 15 de fevereiro e deve ser visível em algumas cidades do sul do país, segundo estimativas do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele será um eclipse parcial do Sol (quando o astro fica parcialmente encoberto pela sombra da Lua, formando uma meia lua luminosa no céu), que também poderá ser visto na Antártica e no resto da América do Sul, especialmente no Chile e na Argentina. Outros fenômenos desse tipo devem ocorrer em 13 de julho, observável apenas na Austrália e em parte da Antártica, e em 11 de agosto, visível no extremo norte do Canadá e da Rússia, na Escandinávia e no oeste da China.</p><p style="text-align:justify;">Dos eclipses lunares, o destaque é para o eclipse parcial da Lua (quando o satélite fica apenas parcialmente encoberto pela sombra da Terra) que está previsto para 27 de julho e poderá ser visto em todo o território nacional. Em outras partes do globo, como África, Ásia e sul da Europa, o fenômeno será total. Outro eclipse lunar também está previsto para 31 de janeiro na Oceania, América do Norte, Rússia e China, mas não poderá ser visto no Brasil.</p><p style="text-align:justify;">Para acompanhar esses fenômenos, é importante atentar para as recomendações dos astrônomos. Eclipses lunares podem ser observados a olho nu – porém, eclipses solares precisam de uma proteção especial. Caso contrário, podem comprometer a visão do observador. As opções são importar um filtro astronômico (que não é comercializado no Brasil) ou comprar uma máscara de solda de tonalidade 14. Óculos, binóculos ou telescópios comuns não devem ser utilizados com essa finalidade, pois são instrumentos que concentram os raios solares e podem causar prejuízos sérios à visão. Também não se devem utilizar chapas de raios-X ou filmes fotográficos como proteção.</p>

O primeiro eclipse do ano observável aqui no Brasil está previsto para 15 de fevereiro e deve ser visível em algumas cidades do sul do país, segundo estimativas do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele será um eclipse parcial do Sol (quando o astro fica parcialmente encoberto pela sombra da Lua, formando uma meia lua luminosa no céu), que também poderá ser visto na Antártica e no resto da América do Sul, especialmente no Chile e na Argentina. Outros fenômenos desse tipo devem ocorrer em 13 de julho, observável apenas na Austrália e em parte da Antártica, e em 11 de agosto, visível no extremo norte do Canadá e da Rússia, na Escandinávia e no oeste da China.

Dos eclipses lunares, o destaque é para o eclipse parcial da Lua (quando o satélite fica apenas parcialmente encoberto pela sombra da Terra) que está previsto para 27 de julho e poderá ser visto em todo o território nacional. Em outras partes do globo, como África, Ásia e sul da Europa, o fenômeno será total. Outro eclipse lunar também está previsto para 31 de janeiro na Oceania, América do Norte, Rússia e China, mas não poderá ser visto no Brasil.

Para acompanhar esses fenômenos, é importante atentar para as recomendações dos astrônomos. Eclipses lunares podem ser observados a olho nu – porém, eclipses solares precisam de uma proteção especial. Caso contrário, podem comprometer a visão do observador. As opções são importar um filtro astronômico (que não é comercializado no Brasil) ou comprar uma máscara de solda de tonalidade 14. Óculos, binóculos ou telescópios comuns não devem ser utilizados com essa finalidade, pois são instrumentos que concentram os raios solares e podem causar prejuízos sérios à visão. Também não se devem utilizar chapas de raios-X ou filmes fotográficos como proteção.

(Bill Ingals/Nasa/)

  • Fonte: Veja

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