Mulher que simulou sintomas de coronavírus para ter atendimento prioritário em UPA do Rio é solta

A mulher que foi presa em flagrante após fingir estar com sintomas de coronavírus para conseguir atendimento prioritário na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Copacabana, na Zona Sul do Rio, está em liberdade condicional desde domingo (9), segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

Segundo a polícia, Claudete Maria Rosa da Silva, de 39 anos, foi detida na sexta-feira (7) por falsidade ideológica e por provocar alarme para perigo inexistente. Ela foi levada para a 12ª DP (Copacabana).

Ao chegar na unidade de saúde, Claudete disse que havia acabado de retornar de uma viagem a Hong Kong, província autônoma chinesa, e que sentia os sintomas associados ao vírus coronavírus, segundo informou a polícia.

A situação provocou comoção na UPA e desencadeou a utilização de protocolos internacionais para o tratamento do vírus. A paciente imediatamente isolada e submetida a uma série de exames e questionamentos.

Ainda de acordo com os agentes, Claudete insistiu durante horas em uma narrativa fantasiosa sobre sua viagem como babá de uma família ao país. O Ministério da Saúde foi notificado sobre o caso.

Ela foi presa no interior da UPA após ser desmentida por familiares que alegaram que ela não possui sequer passaporte e jamais viajou para fora deste país, fatos que foram comprovados após contato com o Departamento de Polícia Federal. Após a descoberta, a mulher admitiu que mentiu sobre a viagem para ter prioridade no atendimento.

Claudete Maria Rosa da Silva foi presa por fingir sintomas de coronavírus — Foto: Reprodução / TV GloboClaudete Maria Rosa da Silva foi presa por fingir sintomas de coronavírus — Foto: Reprodução / TV Globo

Claudete Maria Rosa da Silva foi presa por fingir sintomas de coronavírus — Foto: Reprodução / TV Globo

Fonte: G1

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