INFORMATIVO – COMBATE AO MOSQUITO | Vendas de repelentes continuam crescendo

Desde que surgiram, os casos de Zika e Chikungunya geraram uma corrida da população a drogarias e farmácias em busca de repelentes.

As vendas desse tipo de produto, no Brasil, driblaram a recessão econômica e continuam a crescer. Segundo dados da consultoria Nielsen, aumentaram cerca de 50% em 2016 na comparação com 2015.

Mas é preciso ter cautela, tanto na hora da compra e como na aplicação do produto na pele.

O gerente de Cosméticos da Anvisa, João Tavares Neto, recomenda apenas a utilização de produtos testados e regulamentados pela agência.

Um desses produtos testados e aprovados pela Anvisa é o do dermatologista Djalma Marques, que mora em Recife. Ele passou dez anos desenvolvendo a fórmula desse repelente que utiliza óleos e ingredientes naturais.

Para proteger gestantes do mosquito que transmite o vírus Zika, que pode causar microcefalia nos bebês, o Ministério da Saúde vai comprar repelentes e distribuí-los a famílias inscritas no Bolsa Família.

E como saber se o repelente é eficaz e vai te proteger? Segundo a Anvisa, caso a pessoa perceba sinais claros de picada de mosquito –  inchaço, coceira ou mancha avermelhada na pele – antes do fim da proteção descrita no rótulo, o repelente pode ter falhado. Nesse caso, o produto deve ser denunciado à Anvisa. Faça o mesmo se o repelente causar algum problema de saúde inesperado, como irritação na pele, por exemplo.

É sempre bom lembrar: a forma mais eficaz de evitar o mosquito é tomar uma série de cuidados dentro de casa, nos quintais e na vizinhança. O gerente de controles de endemias do DF, Petrônio Silva Lopes explica mais aqui. E onde achar possíveis focos? O consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Kleber Luz, esclarece aqui.

Conheça aqui o ciclo de vida desse “fuleragem” desse mosquito tão prejudicial à saúde.

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